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Deputados racistas e machistas do PSL atacam Renata Souza na UERJ

Não é a primeira vez que Renata Souza (Psol) usa sua conta de twiter para denunciar ataques machistas e racistas na Alerj, dessa vez foram os deputados do PSL que protagonizaram uma cena machista e racista com a intenção de ridicularizar a deputada. Em primeiro lugar, nos solidarizamos com a companheira do Psol e nos posicionamos contra todos os ataques machistas e racistas vindos dessa extrema direita bolsonarista

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Não precisaria nem falar que um dos deputados envolvidos no caso foi Rodrigo Amorim (PSL), um inimigo declarado dos trabalhadores e da juventude negra, o mesmo quem quebrou a placa em homenagem à Marielle Franco e que acabou de protocolar um pedido na própria Alerj para acabar com as cotas raciais. Enquanto, o deputado Alexandre Knoploch (PSL) atacava a deputada com palavras absurdamente machistas, ironizando como seria “horrível a vida do esposo, do namorado” da deputada Renata Souza, no plenário na da Assembleia, Rodrigo Amorim soltava risos atrás, tentando ridiculariza e humilhar uma deputada negra que havia acabado de falar ao plenário.

Essa é a parte mais doente e nojenta do bolsonarismo, uma que não suporta ver uma mulher negra denunciando a brutalidade da polícia de Witzel, por exemplo, que por conta de sua necessidade reacionária de luta contra os trabalhadores, não deixa escapar nem um pouco se quer seu ódio contra os negros e contra as mulheres. Repudiamos e nos colocamos contra os ataques dos deputados Rodrigo Amorim e Alexandre Knoploch, dizendo basta de racismo e machismo, os negros e as mulheres merecem uma sociedade livre da opressão e exploração.

A juventude junto com os trabalhadores mostrou o caminho, podemos fazer esses deputados bolsonaristas engolir cada vírgula machista que sai de suas bocas, recuar em cada centímetro racistas da política que avança sobre negros e negras no Rio de Janeiro. Vale lembrar que inclusive Witzel, que não esconde sua felicidade quando a polícia assassina negros nas favelas, teve que recuar em seu discurso racista entusiasta do genocídio do povo negro quando a polícia matou o professor de jiu-jitsu Jean Rodrigo, um dia antes da mobilização contra a reforma da previdência e os cortes na educação no 15M. Pela primeira vez, sem disfarçar seu descontentamento com isso, Witzel não pode elogiar a ação da polícia, porque no dia seguinte havia 1 milhão de estudantes e trabalhadores lutando contra os ataques de um governo racista como o dele.

É construindo essa força que poderemos barrar esses tipos de ataques sofridos pela deputada e ir por muito mais, barrando a reforma da previdência, os cortes na educação e defendendo as cotas raciais nas universidades.

Esquerda Diário

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