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'Sinto certo alívio', diz mulher agredida por PM em lanchonete após decisão

Vítima foi agredida porque homem não queria molho em sanduíche

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Rio - A mulher agredida pelo cabo da Polícia Militar Augusto César Lima Santana em uma lanchonete em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, foi atendida nesta segunda-feira pela presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a deputada Renata Souza. O caso aconteceu na quinta-feira.

A vítima tomou conhecimento que seu agressor teve o pedido de habeas corpus negado pela Justiça no momento em que era atendida por Renata. Emocionada, a dona da lanchonete disse se sentir aliviada com a decisão: “Agradeço a atenção da deputada Renata Souza e de toda sua equipe. Essa notícia me trouxe um certo alívio, mas fico apreensiva com o que pode acontecer ainda. Vivo em uma ansiedade constante”.

A deputada colocou a CDDH à disposição da vítima e classificou o caso como uma tentativa de feminicídio: “A comissão encaminhou a jovem a um acompanhamento jurídico e psicológico. Também vamos acompanhar todos os desdobramentos deste caso que é uma tentativa de feminicídio. Isso porque a violência submetida a jovem foi desproporcional se comparada aos seus funcionários homens, também agredidos. Não podemos naturalizar a violência contra a mulher”.

Jornal O Dia

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