• DIREITO À VIDA

    A nossa Mandata terá como prioridade a defesa da vida. A ocupação da Comissão de Direitos Humanos da Alerj é uma das nossas tarefas para garantir a continuidade do acolhimento às vítimas de violência do Estado e também aos seus familiares. A fiscalização do poder público será constante para o atendimento adequado à população do Rio de Janeiro. O nosso maior desafio é fazer com que os seres humanos não percam a sua humanidade.

    MEU CORPO, MINHAS REGRAS

    As mulheres e a população LGBTT serão nossas aliadas para as proposições e ações de políticas contra o feminicídio e a LGBTTfobia. Nós, mulheres negras, amargamos o crescimento, em 10 anos, de 22% no número de assassinatos. Por isso, a nossa Mandata apresentará um plano de redução do feminicídio para o Rio de Janeiro. O Brasil é o país recordista em mortes de pessoas trans: o Estado precisa ser responsabilizado e ter política para a inserção social da população LGBTT.

    VIDAS NEGRAS IMPORTAM

    O racismo mata a cada 23 minutos um jovem negro e pobre no Brasil. No SUS pessoas negras tornam-se vítimas fatais por falta de atendimento adequado à anemia falciforme, aos casos de aborto espontâneo ou induzido e, além disso, sofrem constantemente com a violência obstétrica. Há um genocídio em curso da população negra e o Estado ignora, pois o racismo é institucional. Além da intolerância e o preconceito com as religiões de matrizes africanas. A nossa Mandata vai fiscalizar a aplicação da Lei 10.639 que obriga o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira e propor políticas públicas para a diversidade.

    DIREITO À FAVELA

    Favela é um problema de política e não de polícia. Mas a favela e a periferia são potências que, à sombra do Estado, criaram suas próprias soluções. Por isso, durante à Mandata Marielle Franco fizemos o encontro “Direito à Favela” para que moradores e pesquisadores pudessem elaborar sugestões de políticas públicas de acordo com a realidade local e as necessidades reais. A nossa Mandata seguirá com essa iniciativa para que a favela e a periferia tenham voz e vez na Alerj.

                                                                                                                                                                                                                              

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